Quantos dias ficar e o que fazer em Chiang Mai

Quantos dias ficar e o que fazer em Chiang Mai

O que fazer em Chiang Mai era um dúvida que eu tinha, mas nossa passagem por lá acabou sendo um dos pontos altos da viagem pela Tailândia. Fiquei simplesmente apaixonada pela cidade, que é a segunda maior do país e encanta pela quantidade de templos e pela natureza nos arredores do centro. A apenas uma hora de distância de avião de Bangkok, ou 11h de trem noturno a partir de Ayutthaya (tudo sobre isso neste post aqui), o clima de Chiang Mai é totalmente diferente da caótica Bangkok. A capital espiritual da Tailândia, como é conhecida, possui 300 templos, quase a mesma quantidade de Bangkok, mas em uma área muito menor e mais tranquila (com 1.6 milhões de habitantes, em comparação aos 8 milhões de Bangkok). 

Chiang Mai fica em uma área montanhosa da Tailândia, o que faz com que o clima seja geralmente mais ameno. A cidade foi construída em 1296, cercada por muros que hoje delimitam a chamada “Old City”. É em Chiang Mai que ficam os passeios mais incríveis para ver elefantes, as melhores aulas de culinária e alguns dos lugares mais baratos para se fazer uma legítima thai massage, sem falar dos mercados de rua, adorados pelos turistas.

Quantos dias ficar em Chiang Mai

Como contei neste post sobre o planejamento da viagem pela Tailândia, separei 3 dias inteiros para conhecer Chiang Mai. Achei suficientes, principalmente considerando o tempo corrido da minha viagem (15 dias inteiros). Pra quem estiver com mais tempo, talvez valha adicionar mais um dia, para aproveitar a cidade com calma, deixando tempo para passeios espontâneos – coisa que eu valorizo muito. No meu caso, não deu tempo de fazer a aula de culinária que queria tanto ter feito, então um dia a mais teria sido ótimo.

O que fazer em Chiang Mai

Tem templo, tem passeio com elefante, com tigres, bate papo com os monges, aula de culinária, visita à tribo das mulheres girafa, rafting, cachoeira, trilhas e mais trilhas, mercados e até bate e volta à vizinha Chiang Rai, famosa por seu templo branco lindíssimo. Viajar pela Tailândia com pouco tempo é a todo momento ter que fazer escolhas, então aqui neste post vou me ater somente às coisas que eu fiz e que recomendo, e também o que gostaria de ter feito mas não tive tempo – e que considero pontos altos da cidade. Espero que este post seja útil na escolha de quem está montando um roteiro por lá:

1) Doi Suthep, o templo no alto da montanha

Também conhecido como Wat Phratat Doi Suthep, este é um dos templos mais sagrados da cidade e é parada obrigatória para quem vai a Chiang Mai. O Doi Suthep fica a mais de mil metros de altitude, a uns 45 minutos do centrinho da cidade e é bem diferente dos templos que a gente vê por toda Tailândia. Ele tem uma energia incrível e seus detalhes em ouro e pátios tranquilos o tornam mesmo especial. Além disso, só a vista privilegiada da cidade de Chiang Mai de cima já faz a visita valer a pena.

Viajadora.O que fazer em Chiang Mai: Mariana e Diogo no templo Doi Suthep

Nós no Doi Suthep

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Muito ouro…

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…e pátios tranquilos

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<3

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muita paz!

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A vista lá de cima e a cidade no fundo

O caminho para chegar até o Doi Suthep é bem legal e a gente vai sentindo a elevação. A cada curva a temperatura cai e a neblina vai aparecendo no meio da mata. Chegando no templo, damos de cara com uma escadaria enorme, com mais de 300 degraus, ladeada por imagens da Naga em mosaicos coloridos (Naga é a serpente mitológica que protegeu Buda em uma tempestade e que é encontrada na entrada de muitos templos). Pra quem não quiser subir tudo a pé, existe um cable car baratinho (20 bahts, algo como R$ 2) para levar até o topo. O ingresso para entrar no templo é bem barato também, 30 bahts por pessoa (mais ou menos R$3) e lá as mulheres só podem entrar com os joelhos e ombros tampados. Mas não é preciso se preocupar com isso: eles alugam saia e pano para jogar por cima dos ombros por mais ou menos R$1 (10 bahts).

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A Naga e a escadaria com o Doi Suthep lá no topo

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E de cima pra baixo

Modelito Doi Suthep: saia, tecido nos ombros e pés descalços

Modelito Doi Suthep: saia, tecido nos ombros e pés descalços

2) Passeio com elefantes: Elephant Nature Park

Chiang Mai é famosa por seus passeios com os elefantes, mas uma preocupação que eu tive desde o começo foi escolher um que realmente se preocupasse com o animais, e não só com o turista. Sei que tem quem ache legal subir no elefante e andar naqueles carrinhos na garupa, mas eu queria ver como os elefantes vivem na sua essência natural e não em como eles vivem para a indústria do turismo. Eu não queria ver animais tão selvagens domesticados para passear com humanos nas costas ou pintando quadros, pois sabe-se lá a que tipo de tratamento cruel eles são submetidos para se comportarem daquela maneira. Bom, foi assim que fiquei sabendo do trabalho do pessoal do Elephant Nature Park, um santuário que cuida de mais de 60 elefantes resgatados de maus tratos ou de alguma situação de risco. E foi a melhor escolha que poderia ter feito.

Realmente eu não tenho nenhuma foto na garupa de um elefante, mas foi lindo ver o amor com que eles são tratados para se recuperarem de uma série de traumas de quando chegaram ali e em como eles vivem felizes e até se reproduzem no santuário (os bebês elefantes são as coisas mais fofas!). O passeio pelo Elephant Nature Park merece um post inteiro – e eu farei isso em breve – mas em síntese, é muito legal poder interagir com os animais e vê-los livres na natureza. As atividades levam um dia inteiro e incluem dar comida para os animais, passear com eles, dar banho neles no rio e vê-los conviver em grupo. No valor de 2500 bahts (aproximadamente R$250) por pessoa está incluído o transporte de e para o hotel; o almoço, servido na propriedade; e um lanche. Este é um dos custos mais altos da viagem para a Tailândia, mas na minha opinião vale cada centavo, ainda mais sabendo que o dinheiro vai para uma causa tão nobre quanto a do Elephant Nature Park.

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Elefantes livres na natureza

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Elefantinha abanando a orelha na minha cara

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<3

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Comilança!

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Pezinhos delicados

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Elefantes comendo e a turistada em volta observando do chão ou da plataforma de observação

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Banho!!

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E mais comilança

3) Night Bazaar e Boy Blues Bar

O Night Bazaar de Chiang Mai é uma das atrações noturnas preferidas da cidade. As ruas que abrigam o mercado ganham vida à noite, quando os ambulantes começam a montar suas barraquinhas de artesanato, bugingangas, roupas, réplicas de tudo e acessórios tailandeses. É o melhor lugar para exercitar a arte da negociação e isso certamente vai render boas risadas, já que você vai ser forçado a negociar, mesmo sem querer, ou sem saber falar uma palavra de tailândes (já que quase ninguém fala inglês bem). Os artesanatos e roupas que encontrei ali tinham os melhores preços e este é um dos melhores lugares para compras de toda a viagem. O night Bazaar acontece todos os dias fora dos muros da Old City, mas é muito fácil e barato chegar lá de tuk-tuk, mesmo não estando hospedado perto.

Uma das áreas mais interessantes e que merece muito a visita é o Kalare Night Bazaar, uma espécie de shopping, com uma praça de alimentação, muitas áreas com thai massage e, claro, muitas outras barraquinhas. Dentro do Kalare fica o Boy Blues Bar, um bar tailândes de blues suuuper legal. Recebi a indicação de uma amiga, que foi lá e adorou, e é uma experiência que recomendo muito em Chiang Mai. No Boy Blues Bar tem sempre música ao vivo, bom atendimento e a entrada é grátis. A programação é variada e dependendo do dia da semana eles fazem jam sessions, com o palco aberto para apresentações. Teria sido legal ir num dia desses para o Diogo poder tocar, mas acabamos dando a sorte de estar por lá num dia especial, em que estava se apresentando, segundo a garçonete, a “melhor banda de blues da Tailândia”. E a banda era muito boa mesmo! O bar fica bem cheio e parece ser bem conhecido pelos turistas. Pra quem gosta de música, recomendo muito fechar a noite de compras por lá.

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A entrada para a praça de alimentação do Kalare Night Bazaar e algumas das lojinhas e barracas

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Muito artesanato por lá

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E thai massage no meio da feira

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Um pedaço da feira vista de cima, do Boy Blues Bar, que fica no segundo andar

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Show de blues cheio: música de muito boa qualidade!

4) Sunday Walking Street

O Sunday Market é um mercado famoso de rua que acontece aos domingos, de 16h00 às 00h00 no centro da Old City. O mercado começa em uma área grande da praça no Tha Phae Gate (um dos quatro cantos do quadrado que delimita a Old city) e se estende por mais de 1km pela Ratchadamnoen Road. É lá que se encontram artesanatos e produtos feitos è mãos pelos artesãos do norte da Tailândia. Diferente dos produtos do Night Bazaar, o que se encontra no mercado da sunday walking street é quase todo produzido a mão e bem regional mesmo. Eu amo um mercado e precisei me segurar para não sair gastando, mas mesmo pra quem não quer fazer compras o passeio vale à pena. Há muitas barraquinhas de comida e sucos tailandeses, além, claro, das thai massages tradicionais na rua. Aos sábados também rola mercado em outro ponto da cidade.

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Sunday walking street lotaaaado

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Muitas barraquinhas ao longo da rua

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Artesanato de todos os tipos

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Instrumentos esquisitos

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Comidinhas tailandesas

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Mini ovinhos fritos. Os tailandeses são fissurados em ovos!

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E a thai massage baratíssima das ruas (mais ou menos 7 reais por meia hora)

5) Passeio de rafting pelo Mae River e cachoeira

Esta pode ser uma opção legal de passeio para quem, assim como nós, estiver seco por uma água na cabeça. Isso porque o calor lá é intenso e ficar andando pela cidade à procura de templos não era mais o queríamos de verdade fazer, principalmente porque já tínhamos atingido a nossa meta de templos (depois de certa quantidade eles ficam todos bem parecidos! haha). Além disso, nós gostamos muito de contato com a natureza e fechamos este passeio bem interessante com a agência Travel Hub, com filial lá em Chiang Mai.

O passeio de dia inteiro começa com um passeio em cima de elefantes (que nós não fizemos) e com a visita opcional à tribo das mulheres girafa, que também não quisemos fazer. A segunda parte do passeio é um rafting pelo curso do Mae River. Foi ótimo descer o rio vendo os tailandeses fazendo picnic nas margens em estruturas montadas de bambu, e rir quando eles vinham jogar água na gente e dar tchauzinho. Os tailandeses são um povo muito simples e feliz, de uma alegria pura e ingênua, uma delícia de se ver. Um ponto alto também foi ver dois elefantes filhotes tomando banho no rio, uma pena que estava sem a minha máquina para tirar foto. É demais fazer rafting em um rio que tem elefantes tomando banho, só isso já teria valido o passeio!

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O rio lá atrás e o local onde recebemos as instruções para o rafting

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Uhuul

Depois ainda rola um outro passeio que eles chamam de “bamboo rafting”, uma mistura de gôndola e SUP, mas de bambu. Está incluída no passeio também uma parada para almoçar um padthai e uma trilha que dá em um ótimo banho de cachoeira, pra matar o calorão. Tudo por 1000 bahts por pessoa (mais ou menos 100 reais), com transporte de e para o hotel. Achamos o valor bem em conta, o passeio valeu muito a pena. Quem quiser reservar ou saber mais sobre este passeio, é só conferir aqui, no site da Travel Hub de Chiang Mai.

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Bamboo rafting

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Pad thai delicioso enrolado na folha de bananeira!

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Na trilha para a cachoeira

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A cachoeira no fim da trilha

6) Aula de culinária

Esta foi uma atividade que não consegui incluir no meu roteiro, mas que considero que vale muito a pena. A minha irmã, a Luiza, encaixou no roteiro dela e adorou. A aula de culinária é uma ótima maneira de entrar em contato com os costumes e cultura local e existem muitas empresas por lá que oferecem este tipo de experiência. A Luiza fez uma pesquisa intensa para encontrar o melhor custo benefício e chegou até a Thai Farm Cooking School, muito bem avaliada no TripAdvisor. O passeio parece mesmo ser incrível: ele inicia bem cedinho com uma van buscando no hotel e levando até o mercado municipal, onde começa a aula de fato. A professora mostra os principais tipos de arroz, como se faz leite de coco e os principais temperos, tudo por ali mesmo, explorando o mercado. Depois disso o grupo é levado até a fazenda, onde rola a comilança.

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Detalhes do mercado

O passeio é bem exclusivo e a estrutura do curso é ótima: cada turma tem aproximadamente 12 pessoas e todos têm direito a uma estação própria com uma bancada, uma boca de fogão e uniforme (avental e chapéu). A aula começa com um passeio pela horta da fazenda para conhecer cada tipo de tempero da culinária Tailandesa e este momento serve pra entender porque a comida deles é tão aromática – eles usam tudo quanto é tipo de verdinhos. Depois é a hora de aprender a preparar a pasta curry (tão tradicional por lá), além de 6 pratos diferentes. A minha irmã disse que foi um dia muito divertido, e acima de tudo, delicioso, já que a comilança é constante (só me deu mais vontade de ter feito o passeio haha). O dia termina por voltas das 16h e eles devolvem cada participante no respectivo hotel. O valor é de 1300 Baths (mais ou menos 130 reais) por pessoa para toda a experiência. A dica da Luiza é tomar um café da manhã bem levinho neste dia porque você vai passar o resto do dia comendo. 😉

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A professora falando sobre os temperos da horta e a turma toda uniformizada

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Alguns temperos separados para a preparação do famoso curry

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Bancada de trabalho individual

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Luiza, minha irmã, e Vicente, meu cunhado, sorridentes na aula de culinária

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Um dos resultados, delícia!

Como se locomover em Chiang Mai

Os passeios fechados com agências de turismo, ou direto no hotel, normalmente oferecem transporte, como é o caso da maioria dos passeios com elefantes, as aulas de culinária e os passeios de trilha, rafting ou cachoeira. Para todas as outras coisas que se escolha fazer, existem basicamente 3 opções: ir andando, caso a distância permita; pegar um tuk-tuk (aproveite para andar muito de tuk-tuk. Em Chiang Mai é bem mais barato que em Bangkok); e a terceira opção são as caminhonetes vermelhas, as songthaew, que são como táxis compartilhados. Esta última opção é a mais barata, e também dá pra fechar um destes para um destino específico. Se a lotação total for atingida, o preço cai, se não, é só negociar o valor com o motorista. Foi isso que fizemos para ir até o Doi Suthep e pagamos 250 bahts por pessoa (mais ou menos 25 reais).


-> Confira hotéis e opções de onde ficar em Chiang Mai clicando aqui.


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Trem noturno de Ayutthaya para Chiang Mai

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Quantos dias ficar e o que fazer em Bangkok

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Comentários

11 comments

  1. Josiane Bravo

    Que viagem incrível :) Vocês aproveitaram bastante, e as fotos ficaram lindas. Meu sonho é conhecer a Tailândia, esse país encanta em tudo, desde belezas naturais, praias paradisíacas, ah e a comida, eu amo a culinária tailandesa, Pad Thai é uma delicia. E parabéns pela conscientização em escolher um lugar do qual eles tratam os elefantes como merecem, e não para entretenimento dos desejos supérfluos do ser humano. Fico triste cada vez que vejo fotos de turistas em cima de elefantes, ou outros tipos de animais.
    Um grande abraço
    Josiane Bravo

  2. Filipe

    Qual passeio vocês fecharam no Elephant Nature Park? Foi o “Elephant Nature Park – Single Day Visit” ou o “Karen Elephant Experience”? Ficamos em dúvida se esse (por ser mais barato) oferece um contato com os elefantes ou são feitas apenas observações à distância dos animais.
    Obrigado.

    1. Mariana Yusim
      Autor
      Mariana Yusim

      Oi, Felipe,
      Desculpa a demora pra te responder. Por algum motivo não recebi seu comentário e só vi agora por acaso. :// Bom, a gente fez o Single Day visit mesmo e o contato com os elefantes é bem legal sim apesar de ser a opção mais barata! Beijos! :*

  3. Lily Pestana

    Que post lindo, Mari! Adorei!
    Também não quero fazer o Tiger Temple. Não me animei. E estou considerando visitar o Patara Elephant Farm. Você sabe algo sobre ele em relação aos cuidados? Tenho pavor de pensar em ir num lugar que pratique maus tratos.
    Beijo grande!
    Saudades
    Lily

    1. Mariana Yusim
      Autor
      Mariana Yusim

      Oi, Lily! Legal que gostou do post! :) Sobre o Patara, conheço pessoas que fizeram, mas não sei dizer exatamente sobre como tratam os animais. Eu pesquisei bastante e acabei decidindo ir conhecer o Elephant Nature Park e lá o trabalho que eles fazem com os elefantes é muito lindo de se ver! Eu amei! Beijos! Você vai a-m-a-r a Tailândia!! :**

  4. Camylla

    Seu post foi ótimo!!! Está ajudando a montar meu roteiro pela Tailandia, vou pra lá em abril. Gostaria de saber se vcs não quiseram ir a Chiang Rai e se você acha que vale a pena fazer esse bate-volta até lá! Parabéns pelo blog!!!

    1. Mariana Yusim
      Autor
      Mariana Yusim

      Oi Camylla, legal que o post te ajudou! Sobre Chiang Rai, nós optamos por não ir principalmente porque tínhamos pouco tempo e o bate e volta é cansativo e gasta um bom tempo. Vimos opiniões divididas em blogs: muitos acharam que valeu o esforço pela beleza do lugar e outros acharam que não. Boa viagem e aproveita bem a linda Tailândia! :*

  5. Camila Terasso

    Olá!!! Gostei muito do seu roteiro. Depois de Chiang Mai vcs voltaram a Bangkok para ir até Puket ou foram direto? Vi que chegaram em Chiang Mai no trem noturno, mas como foram embora?

    1. Mariana Yusim
      Autor
      Mariana Yusim

      Oi, Camila!
      De Chiang Mai fomos direto para as praias. Pegamos um avião para Krabi e de lá seguimos para Railay Beach e Phi Phi. Achamos que funcionou bem desta forma.
      Beijos e boa viagem! :*

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